10 coisas que aprendi sobre as mulheres - Por Gustavo Rodrigues

Com minhas experiências aprendi algumas coisas sobre elas e sobre os relacionamentos depois de alguns casamentos não tão bem sucedidos.

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Acordei muito cedo, queria dormir mais, se ficar pensando nos problemas e coisas pra fazer o sono não vem; às vezes penso em futebol ou assuntos leves, têm dias que rezo um pouco, sinto me elevar e a mente descansa, é o que faço com mais frequência. Hoje fiquei contando quantas mulheres conheci depois do meu divórcio, se não esqueci ninguém foram vinte e quatro. Com minhas experiências aprendi algumas coisas sobre elas e sobre os relacionamentos depois de alguns casamentos não tão bem sucedidos. Vou dividir alguns dos meus aprendizados com vocês…

 

 

1 – O Facebook é o grande “ponto de encontro” das pessoas hoje, já olhei o Tinder e o Happn, mas não me atraem. No Face você observa mais a pessoa, como vive, do que gosta. Só três conheci fora dele, duas no supermercado, uma em um evento. Ah! Lembrei de outra que conheci em um vôo que ficou chocada por que nunca fiz sexo dentro do avião.

2 – Muito poucas consigo classificar na categoria “normais”, muita fantasia, ansiedade em queimar etapas, cobranças absurdas, vai longe… o pior de toda essa história é que as que mais me interesso nem dão bola pra mim, parece que sou escolhido. Foram muito poucas que tudo foi recíproco, com uma tive um namoro de alguns meses, com outra não durou tanto e outra me deixou em menos de um mês.

3 – Engraçado que têm mulheres muito interessantes  que  têm um “ponto de decomposição”,como dizia Roland Barthes: uma tatuagem, uma mancha, cor das unhas e principalmente o cheiro, esse é o mais grave, desde o excesso de perfume (uma noite tive que deixar os vidros do meu carro aberto para sair o cheiro), outras você está fazendo um carinho e cabelo cheira mal. Me entusiasmo, mas a pessoa vai se decompondo.

4 – As comprometidas são as mais ávidas por sexo. Acho que o pecado dá tesão. As casadas se apaixonam também, fantasiam histórias, sonham demais. Casadas mandam flores, trazem chocolates, acho estranho, meio feminino, melhor trazer vinho, sei lá…

5 –  Solteiras gostam de marcar encontro no mesmo café. E lá sempre encontram uma amiga e ficam conversando. Não gosto. Me sinto em uma vitrine.

6 – Não aceito conhecer os filhos ou apresentar os meus logo no início. Muitas divorciadas querem apressar essa etapa. E eu acho que é uma coisa que deve acontecer naturalmente, quando a relação já está bem definida e tranquila.

7 – Não sou puritano, mas ir logo propondo uma cama com mais alguém além de nós dois, já me faz pensar em parar por aí. É preciso me sondar antes, e sentir minha reação.

8 – Sentar na mesa de um bar, café ou restaurante com o celular do lado me incomoda. Sinto que estou sempre dividindo a companhia. Temos filhos, e é compreensível que precise deixar o celular ligado. Mas que fique dentro da bolsa. Se tocar, pede licença e vai atender.

9 – Ficar ouvindo uma mulher falar do ex é muito chato. Estou ali tentando descobrir uma mulher interessante, uma nova história…

10 – Não frequento Bares, rodas de homens, acho muito chato, poucos têm um pago gostoso, é aquela chatice de contar vantagens. Em geral as mulheres são mais agradáveis, ouvem mais e falam das coisas da vida. Interessante é que com toda essa diversidade de encontros quero encontrar uma, uma só, que a gente goste de conversar, se ajudar nas coisas da vida, ter uma cama gostosa que ambos se realizem e ir de mãos dadas ao cinema. Tão simples…

 

Gustavo é comerciante, 58 anos, divorciado, pai, procurando esquecer as regras e encontrar um novo caminho.